domingo, 24 de maio de 2009

O eu profundo e o nada

O eu profundo e o nada

O sentir se foi na correnteza do seu doce amor
E o campim-suave, suave flor, compôs a imensidão oceânica de um campo devastado
A dor, então, em um momento de vendaval pujança, esbravejou:
"Sou a eterna cor de sua busca!"
Abraçei-a e toquei seus finos lábios sentindo o que nos convence de nossa existência...

5 comentários:

  1. Ta ficando cada vez melhor bb....

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  2. Nossa .. amei ! Pri

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  3. Será que o meu amor dura suficientemente para ser forte em minha vida? Mudo os amores como mudo de flores, de cores, de dores, e continuo querendo mais amores! Tente definir o que é amor e ilustre minha vida com um exemplo. Ser-lhe-ei eternamente grata!

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