terça-feira, 16 de março de 2010

Escrúpulos

A rotina conduz incrivelmente ao álcool
Mas é o fracasso
Que bebe o líquido amniótico
E é alcoólatra

Não tenho talento à maiêutica
E álcool parece canções celestiais

Sem escrúpulos morais
À procura do sagrado sacrilégio
Transito entre mortais
Traçando meu próprio remédio

E em alças frutíferas
Vivo à sorte poética
Acinzentando o agora

2 comentários:

  1. Vontade de encher a cara, hein?
    kk³ Pena q nem sempre fugir do mundo
    resolve tudo, apenas adia o sofrimento.

    Alana

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