domingo, 11 de julho de 2010

FRUIÇÃO E FUGA

Vento fortuito de mente vazia pretende parir um canto poético



À luz,
O ar ultrapassa dedos entrelaçados

Minha mão segura o que é me é possível
-- Caso não houvesse resistência
Meus dedos sucumbiriam
(profecia do inevitável!)

Sinto o atrito da fruição e agarro firmemente o que não dissipou



Mesmo seguro de mim
Dispo-me de possíveis extravagâncias, eternamente

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