terça-feira, 12 de julho de 2011

deserto senil

De poeta ninguém precisa
ninguém ensina
é sina

Guardanapo amassado
guru grudado à pele
que repele
mas não sai

2 comentários:

  1. O que seria do mundo sem as nossas poesias?Um emaranhado cinza, frio e sem sabor! Somos o sal da Terra meu amigo!

    ResponderExcluir
  2. Apesar desse mundo utilitário, interessado, o guardanapo continua grudado à pele do poeta, como uma espécie de guro. Acho que essa terra tá doce demais, Cacau, rss... lembrei de um conto que tenho entitulado "em nome do AÇÚCAR, amém". abração, companheira de versos!

    ResponderExcluir