segunda-feira, 28 de novembro de 2011

hálito de uma nova pele

Minha fala não é ouvida agora
(sou o louco que desconhece o próprio grito!)

Mui breve iremos ver
----------------------
a-fala-flecha-alvo.

Vejo-te ao meu lado
refeita ao ar
num corpo próprio
de uma experiência vasta
na nova pele em que habitará.

Minhas palavras não serão sem sentidos
teus gestos carregarão outros símbolos
e nas bocas entrecruzadas de amor
nascerão rosas de espinhos carnudos.

E não haverá censura
ou ditos-mal-ditos
só o gozo do desejo habitará a pele em que habito.




A quem me conhece como ninguém!

Um comentário: