terça-feira, 28 de agosto de 2012

Do amor

Do amor

O medo de amar não é merecedor de um grande amor. Amar é prosa não contada! Uma aposta diária de quem não é jogador, um eterno imprevisível real. Não há certezas, garantias também não há. Para os defensores de um mundo interessado, utilitário, o amor não cabe... Não cabe na lata de cerveja, no copo, no armário também não cabe. Não basta colocar em uma planilha e calcular as variáveis - sempre haverá um quê não examinado. Catalogar o amor é viver uma sobrevida prevendo os movimentos possíveis de um jogador de xadrez, e nunca mover uma peça. Amar, enfim, não é estandarte seguro para adulto levantar!

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