quarta-feira, 5 de setembro de 2012

manjar de Exu

rei, jamais fantasma
(poesia - a terrível aposta infernal da linguagem)

boto a mesa sem almoço e confio no manjar

no jantar, abro a mesa na encruzilhada
(o jantar está posto!)

e, ao longe, arriba o cajado de Exu!


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