Postagens

Mostrando postagens de fevereiro, 2012

A greve do profissionais da educação estadual: anúncio de uma esquerda

Rede de ensino estadual goiana: mais de 80 % do interior parado e cerca de 75 % da capital em greve. Esses dados nos mostram como a educação é linha de frente contra o fascismo. Os profissionais da educação foram tratados historicamente como uma classe perigosa (vide o gigantesco poder de persuasão) e, portanto, o achatamento salarial, as medidas fascistas dos governos de plantão, são maneiras de tentar blindar o acesso à transformação social. Entretanto, essa greve nos traz três elementos a pensar. Primeiro, o poder da mobilização via internet: antes os profissionais ficavam reféns dos sindicatos, das notícias nos telejornais, agora um grupo de discussão possibilita maior dinamicidade à classe. Segundo, antes do início, a greve já era  considerada ilegal. Esse fator nos remete à política velha, a política da repressão, ao tempo em que se dava um pé do sapato em troca do voto e o outro viria se o candidato fosse eleito (o decreto precoce de ilegalidade da greve é como lançar a dam...